A ÉTICA DO GOL DE MÃO

Mal terminou o jogo do Paraná no Ceará, o Presidente da Comissão de Arbitragem da CBF anunciou que o árbitro que validou o gol de mão do atacante do time paranaense não voltará mais a apitar no ano. O árbitro errou, mas ninguém poderá dizer que agiu intencionalmente, pois ficou claro que não viu o lance. Estava com sua visão encoberta pelo corpo do atleta. Uma rápida punição para dar a impressão de rigor. No entanto, o verdadeiro infrator permancerá impune ? O atleta meteu a mão na bola intencionalmente e ao ver que o gol foi validado, mesmo ciente da irregularidade, saiu em comemoração. Comemorou por ter enganado o árbitro e depois disse, singelamente, que a bola bateu em sua mão. O árbitro não viu, mas o atleta viu tudo, ainda que o ato tenha sido involuntário, como afirmou. Uma falta de ética flagrante. Jogador de futebol não tem que agir com ética ?

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