CASO DO BARCO RACHEL CORRIE

A Gazeta do Povo de hoje, Opinião, p. 2, trás dois bem escritos artigos sobre o tema Faixa de Gaza.
Alberto Dines, brilhantemente cunha que o chauvinismo da coalizão formada pelos religiosos e a direita israelense deixa isolado um Estado criado, mantido e louvado pelo consenso da comunidade internacional. Com precisão costumeira sustenta que a arrogância impediu que uma inovadora ação política de entidades islâmicas fosse contornada e desativada com igual criatividade e na mesma esfera.
Já Manoel Knopfholz justifica a ação de Israel como dentro dos limites do direito internacional e argumenta que a iniciativa dos ditos pacifistas não se justifica na medida em que o próprio Estado de Israel cuida de destinar ajuda humanitário para o povo que vive em Gaza, negando que viva na miséria, esfomeada e em crise humanitária. Argumenta que os residentes em Gaza podem ir e vir.
Em razão disso é que diz que a flotilha para furar o bloqueio de Gaza foi planejada, incluindo-se algumas não tão inocentes instituições humanitárias, para que o resultado servisse a dar mais tempo ao Irã em sua corrida nuclear, tanto que a reunião com objetivo de impor sanções ao Irã foi adiada.
Bom trabalho da Gazeta para um sábado pós-feriado.

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