DEFESA

Veio depressa a reação da Associação dos Notários e Registradores do Estado do Paraná (ANOREG – Paraná), para se defender das acusações graves apontadas pelo relatório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de 15 mil páginas sobre irregularidades em um terço dos cartórios do Paraná. O presidente da Anoreg Robert Jonczyk afirmou que as informações publicadas no relatório do Conselho Nacional de Justiça não podem ser entendidas como um julgamento final e as acusações de irregularidades são passíveis de discussão, principalmente a questão sobre a ocupação de cartórios por remoção ou permuta.

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