GUSTAVO FRUET

No Jogo do Poder, que foi ao ar ao vivo na noite de ontem pela Central Nacional de Televisão, o candidato ao Senado Gustavo Fruet afirmou que a comparação na eleição presidencial não será entre Lula e FHC, mas “entre Dilma e Serra”, sustentando que o ex-governador de São Paulo dispõe de mais condições de enfrentar as questões que estão por vir no cenário nacional.
Criticou a falta de sintonia entre o Presidente da República e o Senado Federal na questão relacionada com a política externa, afirmando que Lula agiu sempre sozinho e sem consultar o Senado, de tal forma que o que está em vigor é a política externa do Lula.
Na mesma linha já manifestada anteriormente por Serra, Fruet argumentou que o Banco Central não pode gozar de autonomia total e que deve se sujeitar a uma relação de parceria com o Executivo Federal.
Sobre os recentes escândalos envolvendo atos irregulares no Senado, Fruet argumentou que “as tarefas são duas”, sendo uma a de tirar o Senado das páginas policiais e a outra de agir para moralizar a instituição, punido as irregularidades com todo rigor.
No estadual, afirmou que a decisão de Osmar Dias ajudou a pacificar o palanque de Beto Richa, compondo as posições de Flávio Arns, na posição de candidato a vice-governador, e dele próprio, como candidato ao Senado.
O programa foi apresentado pelo advogado Luiz Carlos da Rocha, que comanda o Jogo do Poder no Paraná.

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