Prata da casa acaba com impasse na coordenação do Procon

Difícil sobrar cargo em qualquer governo, mas isso aconteceu no Paraná com o Procon. Órgão de extrema importância, mas com pouca estrutura, todos os convidados recusaram a coordenação. Jorge Martins, presidente do PRP, chegou a ser nomeado, mas pediu para sair em 15 dias. Depois, José Lupion Neto era tido como certo para a função, mas também declinou. O baixo salário também contribuiu para afugentar pretendentes. Cargo de responsabilidade alta, mas remuneração baixa. O coordenador ganha em torno de R$4 mil e tem quadro pessoal pequeno-100 estagiários. Com o impasse, o cargo acabou sobrando para a advogada Cláudia Francisca Silvano, especialista em direito do consumidor e funcionária de carreira há 10 anos do órgão. A solução caseira acabou sendo acertada porque ela entende da área.

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