21/08/11 – Entrevistado: Gustavo Fruet

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Sob o comando de Luis Carlos da Rocha, o programa Jogo do Poder deste domingo, dia 16 de agosto, apresenta um debate entre os deputados federais pelo Paraná; o tucano Gustavo Fruet e o petista Ângelo Vanhoni.

Durante a gravação do programa, os temas tratados pelos dois políticos passaram pela crise no senado, reforma política, sucessão à presidência e ao governo do Paraná e principalmente, sobre as divergências entre os programas e discursos do PT e do PSDB. Os deputados ainda discutiram sobre as futuras relações com o Congresso Nacional.

Nos estúdios da CNT de Curitiba, Vanhoni reforçou que ainda é cedo para fechar alianças e que “os estados vão se organizar em torno da candidatura nacional; disputa entre Dilma e Serra”. Sobre os programas de governo herdados pela administração Lula do governo Serra, o deputado petista salientou que existe a preocupação que um possível governo tucano possa retroceder os avanços do governo petista e que possa suspende os atuais programas sociais.

Rebatendo às críticas do deputados petista, Gustavo Fruet salientou que o PSDB tem a capacidade de governar sem retroceder. “Não haverá ruptura das linhas desse  governo Lula. Não há necessidade desse discurso terrorista tentando afirmar que vamos acabar com que o  PT construiu para o país”, disse Fruet referindo-se ao comentário do deputado petista como uma armadilha de campanha.

Num tom inflamado, Vanhoni retrucou Fruet, questionando o deputado sobre as divergências entre os partidos. “O deputado Gustavo Fruet tenta discutir as diferenças entre o PSDB e o PT e colocar a culpa dessa crise no senado no presidente Lula. Eu não sei quem é o terrorista; se é o PSDB ou o PT”, disse.

Sobre as eleições estaduais, Fruet reafirmou que o prefeito Beto Richa não tem nenhuma necessidade de assumir a candidatura agora e que o senador Álvaro Dias poderia ser um substituto caso o prefeito de Curitiba desistisse da candidatura. Enquanto isso, o senador Osmar Dias, segundo Fruet, espera uma definição do PSDB ou do PT para fechar as alianças para governo e palanque no Paraná. “Podemos ter uma eleição polarizada onde a eleição nacional vai ter um impacto nas eleições regionais, e no plano federal, vamos precisar de um novo governo que não dependa do Congresso Nacional”, defende o deputado tucano.

Em resposta, Vanhoni lembrou, durante a entrevista, que o governo Fernando Henrique

Sob o comando de Luis Carlos da Rocha, o programa Jogo do Poder deste domingo, dia 16 de agosto, apresenta um debate entre os deputados federais pelo Paraná; o tucano Gustavo Fruet e o petista Ângelo Vanhoni.

Durante a gravação do programa, os temas tratados pelos dois políticos passaram pela crise no senado, reforma política, sucessão à presidência e ao governo do Paraná e principalmente, sobre as divergências entre os programas e discursos do PT e do PSDB. Os deputados ainda discutiram sobre as futuras relações com o Congresso Nacional.

Nos estúdios da CNT de Curitiba, Vanhoni reforçou que ainda é cedo para fechar alianças e que “os estados vão se organizar em torno da candidatura nacional; disputa entre Dilma e Serra”. Sobre os programas de governo herdados pela administração Lula do governo Serra, o deputado petista salientou que existe a preocupação que um possível governo tucano possa retroceder os avanços do governo petista e que possa suspende os atuais programas sociais.

Rebatendo às críticas do deputados petista, Gustavo Fruet salientou que o PSDB tem a capacidade de governar sem retroceder. “Não haverá ruptura das linhas desse  governo Lula. Não há necessidade desse discurso terrorista tentando afirmar que vamos acabar com que o  PT construiu para o país”, disse Fruet referindo-se ao comentário do deputado petista como uma armadilha de campanha.

Num tom inflamado, Vanhoni retrucou Fruet, questionando o deputado sobre as divergências entre os partidos. “O deputado Gustavo Fruet tenta discutir as diferenças entre o PSDB e o PT e colocar a culpa dessa crise no senado no presidente Lula. Eu não sei quem é o terrorista; se é o PSDB ou o PT”, disse.

Sobre as eleições estaduais, Fruet reafirmou que o prefeito Beto Richa não tem nenhuma necessidade de assumir a candidatura agora e que o senador Álvaro Dias poderia ser um substituto caso o prefeito de Curitiba desistisse da candidatura. Enquanto isso, o senador Osmar Dias, segundo Fruet, espera uma definição do PSDB ou do PT para fechar as alianças para governo e palanque no Paraná. “Podemos ter uma eleição polarizada onde a eleição nacional vai ter um impacto nas eleições regionais, e no plano federal, vamos precisar de um novo governo que não dependa do Congresso Nacional”, defende o deputado tucano.

Em resposta, Vanhoni lembrou, durante a entrevista, que o governo Fernando Henrique Cardoso também esteve refém do Congresso Nacional.