AUMENTO PARA O JUDICIÁRIO FICA FORA DO ORÇAMENTO.

O deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), justificou a não inclusão da proposta de aumento salarial do Judiciário no Orçamento enviado pelo Executivo ao Congresso, ao fato de que, tal reajuste significaria R$7,7 bilhões. “Não queremos fazer nenhum gasto que comprometa a administração do país. Nossa prioridade é investimento em Saúde, Educação, Social. Não é possível dar um reajuste de mais de 50% para a uma categoria. Não tem condições”, diz Vaccarezza.
O reajuste para o Supremo Tribunal Federal de 4,8% mais o pedido de 14,79% do ano passado somados ao aumento médio de 56% para os servidores do Judiciário teriam que ser pagos por cortes no orçamento em áreas sociais, diz Dilma Rousseff. A princípio Vaccarezza foi orientado em conversa com Miriam Belchior, ministra do planejamento, para a criação de uma comissão especial, com intuito de discutir os reajustes não inclusos no Orçamento.
O princípio da independência dos poderes em momentos como esse torna-se pura ficção.
O Judiciário, exceto pelas razões de natureza formal, terá grande dificuldade para se contrapor aos argumentos do Executivo com boa maioria no Legislativo.
Pelusso vai sentido as agruras da democracia.

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