Dilma mexe na equipe

Sem novidade, já que o fato estava praticamente consumado, o ministro da Educação, Fernando Haddad, da Esplanada, está se despedindo. A festa será às 14h30 de segunda-feira e muitos são os convidados.  Também sem novidade, no lugar de Haddad entra o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, que dá a largada para a reforma ministerial. Mesmo antes de deixar o cargo, Haddad já está em campanha. A presidente Dilma Rousseff jogou confete no candidato a prefeito de São Paulo, durante inauguração nesta quarta-feira de uma creche em Angra dos Reis, no Rio. “O ministro Fernando Haddad vai sair do governo, enfrentar outra realidade. Ele merece o reconhecimento do meu governo e do presidente Lula pela contribuição que deu para que pudéssemos aprofundar esse momento do país, de crescer e distribuir renda”, disse Dilma.
De fato, na equipe de Dilma o Ministro Mercadante é um dos que tem perfil para ocupar a pasta da educação. Uma mudança sem desarranjo.

Leia mais sobre o tema:

05/01/2012

MERCADANTE: MAIS UM CANDIDATO À SUBSTITUTO

Mais um nome entrou na lista de cotados para substituir Aloizio Mercadante no Ministério da Ciência e Tecnologia. A bola da vez é a senadora Marta Suplicy (PT-SP), a informação vem da coluna de Mônica Bergamo, publicada na Folha desta quinta-feira (05).
Aloísio Mercadante vai ocupar o lugar de Fernando Haddad no Ministério da Educação, que deixará a pasta para a disputa da Prefeitura de São Paulo nas próximas eleições.
Outro nome tido como possível substituto de Mercadante, é o deputado Newton Lima (PT-SP).

19/12/2011

MERCADANTE NA EDUCAÇÃO

  Quando Fernando Haddad deixar o Ministério da Educação para disputar a Prefeitura de São Paulo pelo PT, Aloizio Mercadante (PT) ocupará seu lugar. A decisão da presidente Dilma Rousseff foi publicada pela Folha de S. Paulo desta segunda-feira. Dilma até considerou a possibilidade de uma “sucessão caseira”, em que promoveria alguém da atual cúpula do MEC, mas chegou à conclusão que o ex-senador do PT, atual ministro de Ciência e Tecnologia, é uma solução de “mais peso” para uma área considerada por ela como estratégica. Mercadante, tem se mantido longe de duelos partidários e centrado nos assuntos de sua pasta, desde o início do governo. A substituição dos ministros deverá ocorrer em breve.

16/01/2012

REFORMA NO PRIMEIRO ESCALÃO DO GOVERNO

As discussões sobre a reforma ministerial devem ser intensificadas por Dilma Rousseff durante está semana. No Paraná, espera-se a definição de quem será o ministro das Comunicações, já que dentro do PT, alguns defendem que Paulo Bernardo deve ir para o comando da Itaipu Binacional, em substituição a Jorge Samek, que deve deixar o posto para concorrer à prefeitura de Foz do Iguaçu. Entretanto, Paulo Bernardo já deixou claro publicamente, que prefere ficar no Ministério, onde, registre-se, vem fazendo um bom trabalho.

10/01/2012

ALIADOS QUEREM REFORMA CONSISTENTE

Com o término das férias da presidente Dilma Rousseff, retorna à pauta do Palácio do Planalto a reforma ministerial planejada para janeiro.
Porém no final de 2011, a própria presidente preveniu que as mudanças poderiam decepcionar aos que esperam por uma grande reforma no primeiro escalão do governo.
Já se as decisões dependerem do PT e base aliada, a renovação não será tão restrita.

28/12/2011

DILMA OPTA POR REFORMA MAIS “LIGHT”

  A fim de evitar mais brigas entre a base aliada já no início do ano eleitoral, a presidente Dilma Rousseff desenha agora uma reforma ministerial mais acanhada, denominada no Palácio do Planalto de “balanceamento” da equipe. A intenção é refrear o desgaste político na Esplanada, não promovendo mudanças severas, nem desalojando partidos que compõem a coalizão. Após perder seis ministros por conta de denúncias de corrupção e um por incompatibilidade política, a presidente quer mexer menos em nomes e mais na gestão de governo. Antes de sair de férias, na sexta-feira, Dilma deixou a seguinte ordem aos auxiliares: “Não fiquem especulando sobre a reforma porque não quero que este seja o assunto do recesso”.  
08/12/2011 
MINISTRO DA SAÚDE APÓIA REDUÇÃO DE MINISTÉRIOS 
Ao contrário do seu próprio partido, o PT, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, crê que a redução de ministérios no governo de Dilma é “uma boa ideia”. A fim de garantir a fatia do PT no governo, Rui Falcão, presidente do partido, deu declarações contrárias à ideia de fusão de pastas ocupadas atualmente por membros de seu partido. Mas a redução de ministérios já é dada como favas contadas em Brasília, pois segundo se diz nos círculos mais próximos do Palácio, Dilma e Michel Temer (PMDB) já chegaram a um consenso sobre o assunto e em janeiro haverá a tão esperada redução de ministérios. A idéia vem sendo acalentada por Dilma há muito tempo e como forma de coloca-la em prática a Presidenta nomeou uma comissão coordenada por Jorge Gerdau para o fim de indicar novos parâmetros de gestão na esfera do Governo Federal e uma das propostas construídas por essa comissão é justamente a do enxugamento da máquina estatal federal. Na sociedade a proposta terá amplo apoio e é normal que existam resistências dentro das estruturas partidárias e do próprio governo. 
30/11/2011 
MOREIRA FRANCO: REDUZIR MINISTÉRIOS PARA CONTER GASTOS É DEMAGOGIA 
Em entrevista, o ministro Wellington Moreira Franco, da SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos), rotulou como demagógica a medida de redução de metade do número de ministérios do governo com o intuito de conter gastos. “Eu não acho que a relação seja essa. É uma mitificação e, com todo carinho e todo respeito, quase demagógica. Achar que isso vai resolver problema orçamentário. Não vai. O que eu acho que resolve é problema de governança, de gestão. Isso sim. Eu acho que essa discussão é preciso ter. Mas é uma avaliação exclusiva da presidenta da República”, completou o ministro. 
29/11/2011 
GERDAU DEFENDE REDUÇÃO DOS MINISTÉRIOS 
Jorge Gerdau Johannpeter, presidente do Conselho de Administração da Gerdau e também da Câmara de Gestão, defendeu na segunda-feira (28), a diminuição do número de ministérios no governo, que atualmente, conta com 38 ministros. Algumas fontes do governo afirmam que Dilma Rousseff analisa integrar as secretarias de Direitos Humanos, Igualdade Racial e Políticas para Mulheres na reforma ministerial do próximo ano. Outra medida seria a reincorporação da Secretaria de Portos pelo Ministério dos Transportes.
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