Requião X Vargas. Não são tucanos mas são bicudos.

O senador Roberto Requião (PMDB) e o deputado federal André Vargas (PT) abriram debate apimentando pelo twitter. Começou com Requião, defendendo apoio do PT ao prefeito de Curitiba: “@requiaopmdb O PT estaria sendo mais coerente se apoiasse o PSB do Ducci e do Eduardo Campos pela aliança nacional e não Fruet (PDT) que sempre foi contra o PT e Lula”.
A resposta à provocação veio Pelo twitter de Vargas, que também é Secretário Nacional de Comunicação do PT, que devolveu pelo twitter: “O cidadão Roberto Requião só sabe receber apoio. Não cuida do PMDB e ainda se acha no direito de opinar acerca das ações do PT”.
O debate sobre os apoios na eleição ainda vai render muitas emoções.

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11/01/2012

VENERI: FRUET  NÃO CONVERSA COM O PT

O deputado Tadeu Veneri, pré-candidato do PT a prefeitura de Curitiba, disse em entrevista a Gazeta do Povo, que Gustavo Fruet (PDT) “está negociando com pessoas do PT e com uma ala”. “Não há negociações com o PT. Se o Gustavo está entendendo que está negociando com o PT, alguma coisa está errada nessa conversa. Em nome do PT, não há negociação. Temos um calendário produzido pelo diretório nacional e não vai ser um dirigente que vai se sobrepor ao partido. Seria uma situação surreal nós acharmos que pessoas individualmente são maiores que o processo coletivo”, afirmou Veneri. O deputado falou também a respeito da cúpula do partido, ou seja, o casal Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann. “A cúpula tem o direito e a legitimidade de querer o que ela quiser, desde que ela passe pelos pressupostos internos partidários. Ela pode ter desejos e isso é legítimo. Mas daí a você ter esse desejo transformado em realidade, tem um caminho chamado partido. E eu não abro mão de disputar internamente a candidatura”.

28/12/2011
Curitiba: DR. ROSINHA E VENERI QUEREM PT COM CANDIDATO

O deputados federal Dr. Rosinha e o estadual Tadeu Veneri estão dispostos a levar adiante a tese da candidatura própria do PT na disputa pela prefeitura de Curitiba. Numa tarefa difícil de tentar vencer o Campo Majoritário, corrente que tem como cabeças os ministros Gleisi, Paulo Bernardo e o deputado federal Angelo Vanhoni, um dos nomes de mais peso do PT em Curitiba, os parlamentares defendem que o PT não pode ir a reboque na eleição de 2012 e se colocam como opções. Além do trabalho interno para ganhar apoio entre militantes, ele trabalham para enfraquecer a candidatura do pedetista Gustavo Fruet. Durante reunião da cúpula petista no dia 19 de dezembro, ficou selada a proposta de aliança para apoiar Fruet no primeiro turno. Mas até o ano que vem, Rosinha e Veneri vão continuar tentando desestabilizar Fruet. O argumento que Rosinha e Veneri vão esgrimar é que Fruet foi um dos mais ferrenhos opositores no episódio da CPI do chamado Mensalão, quando atacou duramente o PT e o próprio Presidente Lula. Sobre isso, Fruet já mandou fazer um levantamento das suas participações na CPI e argumenta que nunca atacou o Presidente Lula e nem o PT como instituição, mas apenas os petistas envolvidos no Mensalão, o que, se defende, era sua obrigação oposição. Os adeptos da aliança sustentam que o que está em jogo agora é a eleição de 2014, quando o PT tentará, ai sim com candidato próprio, chegar ao Governo do Estado. Então, para Curitiba o melhor e juntar forças com quem está na oposição de Beto Richa para tentar impor a derrota a Luciano Ducci e, assim, fragilizar o governador. Nessa linha, a avaliação que os adeptos da aliança fazem é a de que a melhor estratégia é a de tentar matar a eleição com a vitória de Fruet já no primeiro turno. E isto porque no segundo turno a capacidade de mobilização do governador será muito maior, atraindo um exército de militantes do interior – onde as eleições já terão terminado- para a capital. O PT já provou desse veneno com Vanhoni duas vezes.

28/12/2011
Curitiba: PT PARA FRUET

O PT mudou a forma de escolher seus candidatos a prefeito em 2012. A estratégia agora é que primeiro se decida se o partido fará ou não aliança com outra legenda. Assim, em Curitiba, o partido vai decidir se fica ou não com a candidatura de Gustavo Fruet (PDT), e somente se a decisão for contrária a coligação com o PDT é que o partido apreciará outras candidaturas próprias. Pelo menos é o que prevê o Regulamento das Prévias e Encontros 2012 aprovado pelo Diretório Nacional no último dia 02.

23/12/2011
Rosinha não quer Fruet

Se depender de uma das alas do PT, a aliança com o PDT de Gustavo Fruet não decola no primeiro turno na disputa pela prefeitura de Curitiba. Dr. Rosinha, que é pré-candidato a prefeito, não está economizando críticas ao ex-tucano. Dr. Rosinha avisa que vai defender até o próximo ano, na convenção de junho, a tese de candidatura própria do PT :”Estou achando cada vez mais que se o PT não lançar candidato o Fruet não vai nem para o segundo turno”, alfineta o petista.

13/12/2011
PT DISCUTE ALIANÇAS NO SÁBADO

O PT (Partido dos Trabalhadores) reunirá no próximo sábado (17), integrantes, militantes e simpatizantes do diretório municipal da capital paranaense para um encontro de encerramento do ano a respeito das eleições municipais de 2012. Alguns nomes já confirmaram presença: os ministros Paulo Bernardo (Comunicações) e Gleisi Hoffmann (Casa Civil), o presidente da Itaipu Binacional, Jorge Samek, Ângelo Vanhoni, deputado federal e pré-candidato à prefeitura de Curitiba, além de outras lideranças e parlamentares, como o deputado Ênio Verri, presidente do diretório estadual do PT-PR, o deputado estadual Toninho Wandscheer, o prefeito de Pinhais, Luizão Goulart, os vereadores Pedro Paulo e Jonny Stica e Roni Barbosa, presidente da CUT-PR. Roseli Isidoro, presidente do PT de Curitiba, considera que o momento é decisivo para resolver quais passos que irão nortear a atuação do partido em 2012. “O Diretório Nacional aprovou o regulamento das prévias e encontros que acontecerão em 2012 e cujo calendário estabelece o prazo limite de 15 de janeiro para a apresentação de proposta de apoio a candidato a prefeito de outro partido e é isso que vamos debater”, disse Roseli, que ainda acrescentou: “Passado esse prazo, restará ao PT de Curitiba apenas o debate em torno da candidatura própria”.

13/01/2012

Campanha: Dilma virá a Curitiba?

Se for cumprida à risca a determinação da presidente Dilma Rousseff (PT) de participar das eleições de 7 de outubro apenas nas cidades onde sua base de apoio estiver unida, a presidente não virá para Curitiba. Em várias entrevistas, Dilma tem dito que está “cada vez mais inclinada a não participar de eleições” nos casos em que os partidos que integram a base que garante sustentação ao governo no Congresso Nacional estiverem divididos.
Esse seria o típico caso de Curitiba, que terá de um lado o prefeito da capital, Luciano Ducci, do PSB, um dos partidos mais próximos do PT na base de apoio nacional. Do outro, Gustavo Fruet (PDT), que deve ter o apoio do PT já no primeiro turno, se prevalecer a vontade da cúpula do partido no Paraná.
No entanto, as relações políticas de Ducci são com o PSDB e não fez campanha para Dilma, o que leva os Petistas de Curitiba a apostar que a Presidenta estará na campanha de Gustavo Fruet, pois Beto Richa, Aécio, Serra, Alckimin, não terão dúvidas em apoiar Ducci.

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09/01/2012

Richa terá de escolher palanque

O governador Beto Richa (PSDB) já sentiu o gostinho de como vai ser a eleição deste ano, onde aliados serão adversários em vários municípios. Situação típica ocorreu em Ponta Grossa, na segunda-feira, durante instalação da pedra fundamental da fábrica de caminhões DAF, que a montadora norte-americana Paccar vai construir em Ponta Grossa. Beto Richa foi lá e nada menos que 3 pré-candidatos a prefeito gravitaram ao redor dele. Os deputados estaduais Plauto Miró Guimarães (DEM) e a dupla de irmãos Marcelo Rangel e Sandro Alex, ambos do PPS. Um dos irmãos desponta como adversário de Plauto Miró na disputa. Curioso foi ver todos posando na foto ao lado de Richa, já que a fábrica vai gerar cerca de 500 novos empregos diretos na região dos Campos Gerais. Depois das convenções de julho, o governador terá que decidir quem vai apoiar, tarefa díficil quando envolve aliados. O mais provável é que onde os aliados não se entendam o Governador vai lavar as mãos.
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