CORTE NO ORÇAMENTO GERA DIVERGÊNCIA

O corte de R$ 55 bilhões no Orçamento da União anunciado na quarta (15) pelos ministros Guido Mantega (Fazenda) e Miriam Belchior (Planejamento), geraram divergências entre líderes do governo e da oposição no Congresso. Governistas acreditam que o corte tem carácter provisório e que a verba será liberada aos poucos ao longo do ano. A oposição indaga que os cortes em setores essenciais não diminuem o tamanho da máquina pública. “É um governo do improviso, que faz cortes em setores essenciais. Mais de R$ 5 bilhões em saúde. Recentemente, o governo se recusou a aceitar a proposta de 10% da receita para saúde pública, que é um caos. E vai além, corta mais de R$ 5 bilhões em saúde. […] As emendas parlamentares sempre são alvo de corte, especialmente as da oposição, que nunca tem suas emendas liberadas. O governo as utiliza muitas vezes como moeda de troca. Seria melhor que o governo ou o Congresso acabassem com as emendas parlamentares,” diz Álvaro Dias (PR), líder do PSDB no Senado.

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