Sanepar confirma reajuste

O governo do estado confirma o reajuste de 16,5% das tarifas de água e esgoto da Sanepar, reajuste criticado pela oposição na Assembleia Legislativa. O novo valor da tarifa foi anunciado na semana passada, na véspera do Carnaval, por meio de um decreto do governo do estado. O reajuste eleva a tarifa de água e de esgoto de R$ 35,09 para R$ 40,87 em Curitiba. A bancada de oposição na Assembleia Legislativa, liderada pelo deputado Elton Welter, do PT, não descarta ir à Justiça contra o que chama de “tarifaço” da Sanepar. Segundo Welter, é o segundo aumento em pouco mais de um ano e atingirá aproximadamente 9,8 milhões de paranaenses.

24/02/2012

Oposição contra Sanepar

A bancada de oposição na Assembleia Legislativa está querendo barulho. Os deputados denunciaram nesta quinta-feira um suposto reajuste nas tarifas de água e esgoto da Sanepar, anunciado às vésperas do Carnaval, com base em decreto do governador Beto Richa. O reajuste, de 16,5%, elevaria a tarifa mínima de água e esgoto de R$ 35,09 para R$ 40,87 (em Curitiba) e de R$ 34,15 para R$ 39,78 (demais municípios paranaenses). O governo ainda não confirmou se vai autorizar o reajuste.

10/11/2011

Mudanças no serviço da Sanepar

A Justiça do Trabalho do Paraná (RTR) determinou que a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) não pode mais terceirizar os serviços de manutenção ou expansão das redes, ramais de água, esgoto sanitário, ligações prediais de água e esgoto ou adequação operacional. Foi fixado ainda prazo de dois anos para que a empresa contrate os funcionários para o desempenho dessas atividades.
A decisão foi tomada porque, no entendimento do TRT, a Sanepar não pode terceirizar serviços ligados à atividade-fim da empresa.

21/08/2010

COLETA DE ESGOTO

Vários jornais deram destaque para o saneamento básico nas edições de hoje, trazendo estatísticas recentemente divulgadas pelo IBGE.
O quadro é desalentador e revela que o assunto não vem sendo tratado como prioridade pelos governos federal e estaduais.
A ampliação da rede de coleta de esgoto no país vem evoluindo lentamente, o que está retratado no levantamento do IBGE e que acusa que de 2000 a 2008 a rede de esgoto foi ampliada de apenas 33,5% a 45,7% doa lares, ou seja, uma aumento de apenas cerca de 12% em oito anos. É pouco.
O trágido é que dos municípios que contam com a coleta do esgoto, em apenas 29% o esgoto coletado tem o devido tratamento, ou seja, mais de 70% do esgoto coletado é destinado de maneira absolutamente inadequado. Ou seja, estamos destruindo nossos rios com despejo de esgoto.
O Paraná está atrás de Distrito Federal, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro em matéria de domicílios atendidos pela rede coletora, em 46,3% dos lares antendidos, o que demonstra o fracasso do modelo em vigor no Estado e que a alteração produzida na Sanepar na gestão Jaime Lerner, com a introdução de um sócio privado que passou a compartilhar a gestão da empresa do o Estado do Paraná não trouxe benefícios.

21/07/2010

LIXO E SANEAMENTO BÁSICO NA ELEIÇÃO.

A apesar de previsto na Constituição e no Estatuto das Cidades (a Lei 10.257/2001), o direito ao saneamento básico foi totalmente regulamentado há apenas três anos com a edição da Lei 11.445/2007, que estabeleceu de modo mais detalhado como os estados e municípios têm de garantir aos cidadãos todos os serviçõs do saneamento básico.
Entre os serviços essenciais está o acesso à rede coletora de esgoto, água tratada, manejo de lixo, limpeza pública e energia elétrica. Áreas urbanas também devem ter serviço de drenagem e tratamento da água da chuva, segundo a nova legislação.
A situação de alguns municípios da região metropolitana de Curitiba é lastimável, considerando que trata-se do nascedouro o Rio Iguaçu, onde estão os mananciais.
A Sanepar, que detém o monopólio do serviço no Paraná, com raras exceções, não tem dado conta da demanda, circunstâncias que tem vários municípios avaliado a possibilidade de adotar alternativas, que foram possibilitadas principalmente com o advento da nova Lei.
Muitas pessoas pensam em alternativas até em razão do fato de que a Sanepar praticamente deixou de ser uma empresa pública, tal é a importância dos acionistas privados na direção do negócio.
Osmar Dias abordou o tema dos rios de Curitiba, de longa da sendo poluídos por gente ignorante ou criminosa que insiste em despejar esgoto, lixo e resíduos industriais nos rios da região metropolitana. O candidato, em boa hora, afirmou que os rios de Curitiba estão podres. Embora não seja uma criação das gestões recentes, ou seja, não se pode responsabilizar o candidato Beto Richa pela poluição dos rios, é fato que o tema tem que frequentar a agenda dos candidatos.
O Prefeito Luciano Ducci anuncinou no Jogo do Poder que já está em curso a execução de um trabalho de levantamento dos ligações irregulares de esgotos, oriundas de prédios e casas, no Rio Belém.
A iniciativa é louvável e ainda pequena perto da tarefa que se tem pela frente.
No âmbito do saneamento básico vem a questão do lixo, ainda completamente indefinida na região metropolitana de Curitiba.
De longa data, este Blog tem sustentado que é abolutamente inexplicável a ausência do Estado do Paraná na solução do problema do lixo em Curitiba e região metropolitana. Por razões elementares: O Estado do Paraná é quem dispõe de recursos capazes de encontrar uma solução sólida; Trata-se de uma questão metropolitana e, só em razão disso, já se justifica a intervenção do Estado do Paraná no assunto.
O candidato Osmar Dias propõe a criação de, pelo menos, 4 grandes aterros sanitários na região metropolitana, circunstância que abre frontal divergência com a solução que vem sendo preconizada pela Prefeitura de Curitiba, de apenas 1 aterro sanitário e de uma central de tratamento de lixo.
Eis uma boa oportunidade para que o assunto seja discutido abertamente e avaliadas todas as alternativas, pois, além de técnica, a questão também requer decisões de natureza política.
Ao debate.


08/06/2010

SANEAMENTO BÁSICO

A Gazeta do Povo de hoje trouxe interessante matéria sobre saneamento básico no Paraná, revelando a situação de Curitiba e região metropolitana.
A matéria indica que apesar de previsto na Constituição e no Estatuto das Cidades (a Lei 10.257/2001), o direito ao saneamento básico foi detalhado há apenas três anos. Com a Lei 11.445/2007, ficou claro o que os estados e municípios têm de garantir aos cidadãos todos os serviçõs do saneamento básico.
Entre os serviços essenciais está o acesso à rede coletora de esgoto, água tratada, manejo de lixo, limpeza pública e energia elétrica. Áreas urbanas também devem ter serviço de drenagem e tratamento da água da chuva, segundo a nova legislação.
A situação de alguns municípios da região metropolitana de Curitiba é lastimável, considerando que trata-se do nascedouro o Rio Iguaçu, onde estão os mananciais.
A Sanepar, que detém o monopólio do serviço no Paraná, com raras exceções, não tem dado conta da demanda, circunstâncias que tem vários municípios avaliado a possibilidade de adotar alternativas, que foram possibilitadas principalmente com o advento da nova Lei.
Muitas pessoas pensam em alternativas até em razão do fato de que a Sanepar praticamente deixou de ser uma empresa pública, tal é a importância dos acionistas privados na direção do negócio.
A matéria da Gazeta, no entanto, não abortou esse aspecto. Uma pena.

25/09/2009

PHX prevê “esfacelamento” da Sanepar.

Presidente do Conselho de Administração da Sanepar prevê “esfacelamento” da estatal paranaense.

O programa Jogo do Poder deste domingo, dia 27, apresenta uma conversa esclarecedora com o presidente do conselho de administração da Sanepar, o advogado Pedro Henrique Xavier.

Durante a gravação do programa, nos estúdios da CNT em Curitiba, o presidente abordou o imbróglio em torno da questão societária da Sanepar e manifestou preocupação com o futuro da empresa. “Pela intransigência dos sócios minoritários (grupo privado) e a insensibilidade da justiça, estamos vendo o esfacelamento da Sanepar”, declarou Xavier.

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