MP: Derossso e os R$ 2,5 milhões

Complica a situação do ex-presidente da Câmara.
O Ministério Público do Estado do Paraná (MP-PR) decidiu, na tarde desta terça-feira, que o ex-presidente da Câmara Municipal de Curitiba, João Claudio Derosso, o ex-vereador Ehden Abib e que o servidor público João Leal de Matos, devem devolver R$ 2,5 milhões aos cofres públicos.
No entendimento do órgão, esse foi o valor gasto indevidamente com o pagamento de salários a funcionários “fantasmas” do legislativo municipal.
Além de devolver o dinheiro, a ação proposta pela Promotoria de Proteção ao Patrimônio Público de Curitiba do MP-PR pede que a Justiça condene os três por improbidade administrativa e que decrete o bloqueio de bens dos investigados.
Segundo os promotores que assinaram a ação, as investigações do órgão revelaram o acúmulo de cargos públicos se servidores da Assembleia Legislativa do Paraná e da Câmara.
Pelas informações, vem aí muito mais chumbo grosso em cima dos vereadores, que tentam a reeleição. Quem comemora são os pré-candidatos que sonham com uma cadeira em outubro.

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