Pedreira Paulo Leminski liberada para concessão

O processo de concessão da Pedreira está livre. A Justiça indeferiu a liminar para suspensão da concessão da Pedreira Paulo Leminski, Ópera de Arame e Parque Náutico pedida em ação popular proposta pelo vereador Jonny Stica (PT). Em seu despacho, o juiz de direito Rosselini Carneiro afirmou que “chega-se a essa conclusão, guardada a cognição sumária própria dessa fase, por força dos argumentos apresentados pelo Município de Curitiba e documentos por ele acostados, os quais dão conta que o procedimento licitatório não ofende os princípios da publicidade e moralidade administrativa”.

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SEGUNDA-FEIRA, 4 DE JUNHO DE 2012

Duas empresas querem a Pedreira

A prefeitura acelera o processo de concessão da Pedreira Paulo Leminski, Ópera de Arame e Parque Náutico do Iguaçu. Duas empresas apresentaram propostas para fazer a gestão e operação dos 3 espaços por 25 anos. A abertura dos envelopes com propostas para a concorrência 001/2012 ocorreu na manhã desta segunda-feira, na Secretaria Municipal de Administração. As propostas foram feitas pelas empresa Parnaxx, que organiza o Festival de Teatro de Curitiba, e a DC Set, que faz o Lupaluna e o Planeta Atlântida. O resultado dessa fase da licitação será divulgado no dia 18 de junho, às 9 horas. Depois dessa data, há o prazo legal para recursos e só então serão abertos os envelopes contendo a proposta econômica e habilitação das empresas. O resultado final do certame deve ser concluído em setembro.

SEXTA-FEIRA, 25 DE MAIO DE 2012

PEDREIRA VIRA TEMA DE CAMPANHA ELEITORALO

A iniciativa da prefeitura de Curitiba em autorizar a concessão da Pedreira Paulo Leminski por 25 anos virou tema de campanha eleitoral. Os pré-candidatos Rafael Greca (PMDB), Gustavo Fruet (PDT) e Ratinho Junior (PSC) se apressaram em criticar o modelo proposto.  E nessa guerra antecipada do lado da prefeitura, o argumento é que a pedreira será reaberta em outubro, e os mesmos que agora defendem a suspensão do processo, como o vereador Jony Stica (PT), entram em contradição porque pediam a reabertura da Pedreira. Enfim, a campanha está no ar.

SEGUNDA-FEIRA, 6 DE FEVEREIRO DE 2012

Ducci propõe obras para pedreira

A reabertura da Pedreira Pauloi Leminski está próxima. O prefeito Luciano Ducci (PSB) apresentou nesta segunda-feira à Justiça um plano de obras e ações para a Pedreira Paulo Leminski.
Na audiência com a juíza da 4º Vara da Fazenda, a Prefeitura se comprometeu a executar uma série de obras para garantir a reabertura da pedreira, fechada por liminar da própria Justiça.
Com as obras concluídas, a Justiça acenou com a possibilidade de autorizar que a pedreira volte a promover shows e eventos de grande porte.

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SEGUNDA-FEIRA, 6 DE FEVEREIRO DE 2012

Ducci propõe obras para pedreira

A reabertura da Pedreira Pauloi Leminski está próxima. O prefeito Luciano Ducci (PSB) apresentou nesta segunda-feira à Justiça um plano de obras e ações para a Pedreira Paulo Leminski.
Na audiência com a juíza da 4º Vara da Fazenda, a Prefeitura se comprometeu a executar uma série de obras para garantir a reabertura da pedreira, fechada por liminar da própria Justiça.
Com as obras concluídas, a Justiça acenou com a possibilidade de autorizar que a pedreira volte a promover shows e eventos de grande porte. 

28/10/2011

Prefeitura quer reabrir pedreira rápido

A prefeitura de Curitiba tem prazo de 90 dias para apresentar estudos e regulamentações para que a Pedreira Paulo Leminski possa ser reaberta e volte a receber eventos culturais. A medida foi tomada nesta sexta-feira, na 4ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba. Uma nova audiência foi marcada para o dia 6 de fevereiro de 2012, para que seja definido se o local pode voltar a ser utilizado. Há mais de três anos a Pedreira Paulo Leminski não recebe shows porque foi fechada por determinação do MP, diante dos protestos de moradores vizinhos que reclamam do barulho. Os vizinhos da pedreira exigem regras para a realização de shows e medidas efetivas de segurança, mobilidade e impacto ambiental no bairro.

28/06/2011

Pedreira Leminski: Ducci promete reabertura.

Na entrega da Rua 24 Horas o Prefeito Luciano Ducci prometeu uma solução conciliatória para a Pedreira Paulo Leminski ate o início do próximo semestre.
Ducci informou que já existem conversas com o Ministerio Público, feitas por via da Procuradoria Geral do Munícipio, para que Curitiba possa voltar a utilizar a Pedreira.
De quebra, o Prefeito prometeu a revitalização da Ópera de Arame.

PEDREIRA PAULO LEMINSKI E BARES: O CAMINHO É CONCILIAR 16.06.11

No programa jogo do Poder do último domingo, pela Rede CNT, recebi  Odilon Merli, proprietário dos bares Era Só o Que Faltava e República, e Fábio Aguayo, Presidente da Abrapar, e os temas da conversa foram o fechamento de bares com música ao vivo e da Pedreira Paulo Leminski.
No caso da Pedreira Paulo Leminski registrou-se a participação, pelo Twitter, logo no início do debate, do ex-Prefeito Rafael Greca que, como profundo conhecedor dos problemas da cidade de Curitiba, sugeriu a reabertura daquele espaço público: “Pedreira poderia funcionar das 17 às 22 hs”.
Nisso Greca não diverge de Jaime Lerner, também profundo conhecer da cidade, com quem pude conversar dias atrás e que manifestou opinião de que a Pedreira deveria ser reaberta para atividades de entretenimento, com regramento que observasse o sossêgo dos moradores vizinhos a ela.
Houve grande participação pelo Twitter e nenhuma manifestação para que a Pedreira permaneça fechada, donde resulta que parece que a cidade quer o uso daquele equipamento público.
Mesmo porque o fechamento da Pedreira acabou por levar as atividades que antes eram ali realizadas para outros locais e tem sido recorrente, por exemplo, as reclamações dos moradores do Centro Cívico em relação aos cultos, missas e espetáculos realizados na Praça Nossa Senhora da Salete.
Assim, se os moradores próximos da Pedreira ganharam sossêgo, foi à custa do sacrifício de outros.
A Pedreira é um equipamento que pertence ao povo de Curitiba e seu destino não pode ser decidido apenas pelos seus vizinhos, que é o que, equivocadamente, parece que vem acontecendo.
No caso dos bares também parece existir falta de diálogo.
Pelo Twitter, durante todo o programa, João Carlos Daleffe (@jocadaleffe) resumiu bem os argumentos dos que se incomodam com o funcionamento dos bares: a liberação dos alvarás para funcionamento desses estabelecimentos devem se sujeitos ao princípio segundo o qual o sossêgo deve ser preservado sempre e, portanto, bares que não estejam cumprindo a lei devem ser fechados.
Os debatedores não divergem disso, pois aceitam que os estabelecimentos devem cumprir a lei e que o sossêgo é algo que não pode ser colocado em segundo plano.
Então, parece que o Poder Público deve ter uma ação voltada para a conciliação dos interesses.
Ações como as que ocorreram recentemente, consistentes em grande operações policiais para expulsar pessoas já acomodadas nas mesas dos estabelecimento, em pleno entretenimento, não ajudam.
Novamente vale o socorro da manifestação de quem conhece a cidade e já foi seu Prefeito. Pelo Twitter, Rafael Grega propôs: “Bares com som acústico não incomodam. Fechar bar com oboé e piano é crime cultural”.
Se falta ao poder público condições de bem fiscalizar e reprimir, como revelaram os debatedores quando referiram que só existem cerca de 30 bombeiros e apenas 4 funcionários na Secretaria de Urbanismo para toda a cidade, a alternativa são as instâncias de conciliação, boa prática que o Judiciário tem adotado em todo o país para resolver conflitos.
Antes da represão, a conciliação entre as partes interessadas. Eis a solução.

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