Prefeitura de São José assume obra e faz entrega do maior complexo esportivo da RMC

O maior complexo esportivo da Região Metropolitana de Curitiba será inaugurado na próxima sexta-feira (6), com solenidade marcada para as 19h. O ginásio Max Rosenmann, localizado no bairro Afonso Pena, que sediará eventos regionais, nacionais e internacionais, está sendo aguardado há tempos pela comunidade esportiva e pela própria população são-joseense. O Centro de Esporte e Lazer Max Rosenmann terá 8 mil metros quadrados de área coberta, capacidade para 3.720 pessoas em arquibancadas com cadeiras individuais (já instaladas), camarotes para convidados e cabines para a imprensa. Além disso, o ginásio conta com academia de musculação (já instalada), praça de alimentação (em licitação) e salas multiuso, entre outras comodidades. A obra do Max Rosenmann teve início em 2008. O projeto inicial foi financiado pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano (SEDU), em um valor de R$6.063.874,41. Todas as alterações e aditivos realizados durante a construção foram bancados pela Prefeitura de São José dos Pinhais, totalizando um investimento de mais de R$12 milhões pela administração municipal.Um exemplo foi a compra de um terreno nos fundos do ginásio para sediar um estacionamento adequado, com cerca de 600 vagas, já que o projeto original previa em torno de 150 vagas. “Outro ponto que foi o principal diferencial em relação ao projeto inicial foi a acessibilidade, tivemos que readequar a obra para o cumprimento da legislação federal vigente desde 2000”, explica o secretário municipal de Esporte e Lazer, Cláudio Padilha.   Segundo o secretário, a obra deveria ser entregue há aproximadamente dois anos, no entanto a empresa responsável solicitou sucessivos aditamentos de prazo (postergação), muitas das vezes de maneira injustificada. Por essa razão o município achou por bem, em 20 de junho de 2012, assumir a obra para concluí-la o mais rápido possível, uma vez que o prazo de execução se expirou em 16 de outubro de 2011. “Depois de notificarmos duas vezes a empresa optamos por assumir a obra, abrir processo administrativo, sem prejuízos para o município, uma vez que a empresa só foi paga, e vai ser paga por aquilo que executou”, afirma Padilha.  

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