Resumo das revistas de fim de semana

Vamos ao resumo das revistas do final de semana.

Na semana que vai marcar o início do julgamento do mensalão, ganha um doce quem adivinhar as capas de Veja, Época e Istoé. Revelações bombásticas, porém, nenhuma delas traz.

Só a Veja é a mais ousada, e vou me ater a ela, ao fazer um perfil até certo ponto equilibrado de José Dirceu. Os capos da redação devem estar de férias …
Sobre o setor elétrico, Veja informa que um acordo entre o Comitê Organizador da Copa e o governo federal prevê incentivos para empresas que instalarem energia solar nos estádios da competição, desde que o excedente vá para a população. O Maracanã, o Mineirão e Arena da Baixada já haviam aderido ao projeto. Na semana passada, foi a vez da Arena Pernambuco, que terá uma usina solar capaz de gerar 1450 MW por ano, o suficiente para abastecer o consumo de 1200 casas.
Outra nota relevante revela que, dentro de uma agenda positiva traçada para fazer um contraponto ao mensalão, o Planalto lançará em agosto um pacote de bondades na área econômica, incluindo a redução das tarifas de energia elétrica. Outra medidas serão a desoneração fiscal das indústrias, na ordem de R$ 30 bi, visando a redução do “custo Brasil”, e finalmente um projeto que trata de concessões, de aeroportos a rodovias. Por fim, as páginas amarelas trazem a entrevista do físico Daniel Zajfman, presidente do Instituto Weizmann, de Israel, que reúne 1000 cientistas dedicados ao desenvolvimento de novas fontes de energia renovável, entre outros temas. Questionado sobre qual é a melhor fonte renovável, ele diz que não há uma fonte melhor. “As soluções para a demanda energética serão regionais. No caso do Brasil, por exemplo, o uso de biocombustíveis pode ser a solução. Para os países que sofrem com a escassez de água, no entanto, essa é uma solução terrível, e a melhor talvez seja a energia solar.” E essa diferença, diz ele, é ótima, porque cria mercados antes inexistentes. Entre os feitos do instituto presidido por Zajfman está o desenvolvimento de uma tecnologia solar capaz de transformar gases poluentes do efeito estufa em um combustível para automóveis. A licença foi vendida para uma empresa australiana.

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