Resenhas das revistas Veja, Época …

O fenômeno Ratinho Jr. e os candidatos a prefeito de oposição que lideram pesquisas em 18 capitais são destaque em matéria de Veja deste final de semana. A reportagem abre com o filho do apresentador Ratinho classificando suas propostas como saídas do programa televisivo do pai, “são vagas, populistas e restritas à segurança”. Outro fenômeno curioso citado é o do colombiano Carlos Amastha, residente em Curitiba e líder na corrida à Prefeitura de Palmas (TO) mesmo respondendo a seis processos e já tendo sido condenado por calúnia. A revista, no entanto, patina ao explicar a origem desta tendência de renovação. O cientista político entrevistado atribui o fenômeno simplesmente ao mensalão (o prefeito é sempre o “mensaleiro” mais próximo do eleitor) e à economia em desaceleração. E por falar em mensalão, a coluna Radar informa que Henrique Pizzolato deixou o país em julho, pouco antes do início do julgamento no STF, e desde então não há notícias sobre seu paradeiro. 
Na Istoé, a ministra Miriam Belchior, do Planejamento, anuncia que o arrocho em 2013 será ainda maior. Segundo ela, nem Dilma nem os ministros terão reajuste no ano que vem, um prenúncio de mais greves no funcionalismo público federal. 
Época traz na capa reportagem sobre ideias e soluções de gestão pública exitosas em pequenas e grandes cidades. Sobre o setor elétrico, temos a informação na coluna Radar de que o custo de Belo Monte, embora ainda ninguém o confirme, pode chegar a R$ 35 bilhões. Inicialmente, a obra estava orçada em R$ 16 bi. A coluna de Ricardo Boechat, na Istoé, afirma que a Light será a primeira concessionária de energia do Brasil a disponibilizar um aplicativo no iPhone para a comunicação com seus quatro milhões de clientes. A partir de outubro será possível acionar pelo celular os serviços de emergência da empresa, verificar o consumo e acompanhar o andamento de serviços solicitados. A mesma coluna informa que, até dezembro, as Centrais Elétricas Mato-grossenses (Cemat) e a Enersul (distribuidora de Mato Grosso do Sul) deverão ter novos donos. Ambas pertencem ao Grupo Rede e acabaram contaminadas financeiramente pelos resultados da Cemat (Pará), que, em recuperação judicial, foi vendida ao Grupo Equatorial por R$ 1 e transferência de uma dívida estimada em R$ 3 bilhões.

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