A primeira resenha das revistas Veja e IstoÉ de 2013

Boas a todos e de volta a labuta!
Já começamos 2013 com um ALERTA GERAL !!!
Não esperem até amanha para quebrar seus Ipads, Iphones e Smartphones em geral!!! Se possível os destruam já!!! As páginas amarelas, uma neurocientista inglesa afirma que os aparelhos danificam nossos neurônios, e, pasmem, causam sérios e irreversíveis danos ao cérebro, idênticos a terrível doença de Alzheimer!!! Ressuscitemos, então, as máquinas de escrever e as barulhentas máquinas de telex. Fora essa “bombástica” revelação, a capa de Veja projeta soluções instantâneas para que o “foguete” Brasil finalmente decole … isso sempre na visão de uma dezena de acadêmicos e economistas palpiteiros que estão do lado de fora do Governo e, portanto, das razões de decidir da equipe econômica. Afinal, quem está na arquibancada não tem que bater o penalti e, portanto, fica no palpite. Para não perder o hábito, em 2013 a temida semanal continua a fincar lança na amiga de Lula e Zé Dirceu, a ex toda poderosa Rosemary Noronha. A influente ex chefe de gabinete da Presidência teria feito quase uma centena de reuniões com a alta cúpula do Banco do Brasil e da Previ. Diz a revista que ela indicava nomes para ocupar diretorias e até cargos de vice presidência nas duas instituições. Em troca, mais uma leva de caprichos pessoais e pedidos para que BB e Previ firmassem contratos com fornecedores de toda espécie indicados por Rosemary. Então, agora fica nas mãos da Policia Federal dar ou nao continuidade a mais nova tacada investigativa de Veja. Ainda na política, coluna Radar crava dois novos ministros da era Dilma. Giberto Kassab para o Ministério da Micro e Pequena Empresa e Gabriel Chalita confirmadíssimo para o Ministério da Ciência e Tecnologia. Aqui para nós da aldeia das araucárias, os paulistas deixaram em paz os ministros do Paraná. Ufa!!! A seção Holofote destaca que o nosso eterno craque Romário é agora assíduo deputado federal e que sera mesmo candidato a Prefeitura do Rio de Janeiro em 2016. Outros assuntos não merecem tanta importância, exceção a reportagem tecnológica que explica como funcionará a mais nova engenhoca da Apple … A iTV… uma espécie de caixa tridimensional virtual capaz de projetar imagem e som para vários ambientes ao mesmo tempo: “é o cão chupando manga de óculos escuro”.


A primeira edição do ano de IstoÉ reflete a semana fria na política e economia nacionais e retrata temas já desatualizados ou sem vigor: a crucificação de José Genoino com a posse dele na Câmara (um equívoco pessoal e do grupo que o orienta – não era o caso de se recolher ? -, pois nada mais poderá acrescentar e será um fantasma a atormentar o PT no cenário nacional, apequenando aquilo que ajudou a tornar grande, e, cá entre nós, vai começar a brotar dentro do partido a tese de que o Mensalão é página virada e que a legenda não pode ficar chorando o episódio eternamente ou até a soltura dos réus, apesar dos relevantíssimos serviços que prestaram à história do Brasil e do próprio partido), a penúria financeira das prefeituras sob nova gestão (a choradeira de sempre dos novos prefeitos) e a ascensão de Renan Calheiros seis anos depois da renúncia à presidência do Senado (mais experiente na boleia). Destaque apenas para a matéria de capa, que apesar da abordagem por vezes frágil e superficial não deixa de ter seu valor ao apontar modos de vida e comportamento que a tecnologia e o individualismo vão consolidar neste e nos próximos anos, como a medicina personalizada, a redução da memória com as facilidades cibernéticas, o fim gradual do dinheiro em papel, a proliferação da comida com longa validade e os lares com um único morador. A coluna de Ricardo Boechat informa que o ministro Paulo Bernardo enfatizou à base aliada que o governo não quer a “CPI das telefônicas”, proposta pelo deputado Ronaldo Nogueira (PTB-RS), argumentando que as medidas tomadas para a melhoria dos serviços são suficientes. E, de fato, cá entre nós, a agência reguladora tem se virado bem com o problemão que não nasceu das mãos do governo do PT e sim do modo de privatização do sistema.

Época não lançou nova edição neste sábado. Também não fez falta.

Abs e aproveitem as mornas primeiras semanas de janeiro! 

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