Comissão de Ética: Deputados inocentes

No dia 16 de março, o ciclo de 2 anos do atual Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados se encerra. Ao todo, 21 deputados escolhidos para julgar denúncias de quebra de decoro parlamentar deixam o posto com o balanço de sete julgamentos e nenhuma condenação. Os casos julgados pelo conselho nos dois últimos anos foram os do deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP, por suposto envolvimento em superfaturamento de contratos e recebimento de propina no Ministério dos Transportes, entre outras denúncias), Jair Bolsonaro (PP-RJ, acusado de racismo e homofobia), Protógenes Queiroz (PCdoB-SP, acusado de envolvimento com o “araponga” de Carlinhos Cachoeira), Marcos Medrado (PDT-BA, acusado de venda de emendas), João Carlos Bacelar (PR-BA, acusado de vender emendas e de nepotismo) e Jaqueline Roriz (PMN-DF, acusada de corrupção no mensalão do DEM no DF). Nenhum foi condenado e teve perda de mandato.
Um belo “trabalho”.

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