Orçamento passou

Finalmente a previsão financeira do país para o próximo ano está garantida. Com atraso de quase três meses, o Congresso aprovou nesta terça-feira o Orçamento do governo federal para este ano.
Do texto votado por deputados, na semana passada, e senadores hoje, as estimativas de receita, as intenções de despesa e o valor a ser poupado para o abatimento de dívida pública terão todos de ser recalculados.
No papel, a lei orçamentária prevê uma arrecadação de R$ 1,25 trilhão em impostos e outras fontes de recursos, equivalente a um quarto da renda total do país, proporção inédita na história.
Esse montante seria mais do que suficiente para as despesas com pessoal, programas sociais, obras e custeio administrativo.
E ainda haveria um superavit primário, no jargão técnico, de R$ 83,1 bilhões.
No entanto, a equipe econômica de Dilma Rousseff tem promovido sucessivas reduções de tributos na tentativa de estimular a economia e controlar a inflação, como na recente desoneração dos produtos da cesta básica. Com isso, os valores terão de ser calculados de novamente.

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