ESPÍRITA E ÁRABE: 2 NOVOS HOSPITAIS PRIVADOS EM CURITIBA

Recentemente Curitiba recebeu notícias de que terá dois novos hospitais privados, ambos filantrópicos e serão construídos por entidades privadas da sociedade civil.

Leia as duas matérias e tire as suas conclusões:

Caso 1:

(G1 PR) 15/01/2013 12h53 – Atualizado em 15/01/2013 13h14

Governo do Paraná doa terreno para construção do Hospital Sírio-Libanês

Serão 200 leitos e, por enquanto, não se sabe quantos serão do SUS.
Obras da primeira fase começam neste semestre e terminam em 2016.

O Governo do Paraná doou nesta terça-feira (15) um terreno de 10 mil metros quadrados, no bairro Vila Izabel, em Curitiba, para a construção do Hospital Sírio-Libanês, que será filantrópico e mantido por meio de emendas parlamentares, pela Sociedade Árabe de Beneficência do Paraná (Saben) e também por fundos beneficentes árabes.
O hospital terá foco nas especialidades Oncologia, Cardiologia, Cirurgia Bariátrica, Urologia, Proctologia, Neurocirurgia, Cirurgia do Aparelho Digestivo, Terapia Intensiva e Ortopedia. A previsão é de que as obras da primeira fase do hospital comecem até o fim deste primeiro semestre e terminem em 2016. O orçamento previsto para o projeto é de R$ 500 milhões.
O hospital contará om 200 leitos e ainda não se sabe quantos serão destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com Rached Hajar Traya, presidente da Saben, o hospital firmará convênios com o governo para viabilizar o atendimento gratuito.
Durante a cerimônia que oficializou a doação do terreno, Rached Traya afirmou que o hospital é uma contribuição a hospitalidade com que o estado recebeu os imigrantes árabes. O hospital não terá ligação com o Sírio-Libanês de São Paulo. Segundo Traya, o nome foi dado a partir das entidades que o manterão.


Foto: Divulgação / AEN

Caso 2:
Gazeta do Povo
SAÚDE

Curitiba terá hospital de alta complexidade totalmente gratuito

O projeto do Hospital Espírita Dr. Bezerra de Menezes, como será chamada a instituição, foi lançado na manhã desta quinta-feira. Intenção é de que o centro comece a operar em 2015

11/04/2013 | 18:30 | ANGIELI MAROS

Curitiba está perto de receber o primeiro hospital de alta complexidade totalmente gratuito do país. O projeto do Hospital Espírita Dr. Bezerra de Menezes, como será chamada a instituição, foi lançado na manhã desta quinta-feira (11), na capital, e prevê a criação de um centro especializado na utilização de tecnologia avançada e de alto custo para o tratamento de doenças, voltado exclusivamente para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).
O hospital será construído no terreno do antigo Hospital São Carlos, no bairro Jardim das Américas. Para a aquisição do imóvel, foram investidos cerca de R$ 40 milhões – arrecadados de quatro empresários do setor industrial ligados à causa espírita em Curitiba, segundo o médico Nelson Souza, um dos responsáveis pelo projeto.
A principal característica do hospital, conforme seus idealizadores, será a realização de cirurgias avançadas e minimamente invasivas, com uso de tecnologias como a robótica. A previsão é de que o centro possua 250 leitos; até 20 salas cirúrgicas e 60 leitos de UTI; um centro de imagens avançadas para a realização de exames complexos. A intenção é também criar uma unidade de radioterapia por prótons, com ênfase para o tratamento de câncer infantil, que, de acordo com Souza, é inédito na América do Sul.
Por enquanto, tanto a construção como a manutenção do hospital contariam com a ajuda financeira do setor privado industrial da cidade, mas o objetivo é incorporar, ao longo do tempo, outros segmentos da sociedade.
“A intenção é fazer com que, à medida que o projeto for se desenvolvendo, sejam estabelecidas parcerias tanto tecnológicas como financeiras com outros países. Também queremos poder contar com parcerias aqui, das universidades daqui, que têm um grande potencial para contribuir com o centro”, explicou o médico.
A expectativa é de que o hospital tenha seu primeiro módulo (que contaria com serviços de cirurgia avançada e de imagens de alta precisão) inaugurado no segundo semestre de 2015. O segundo módulo,referente ao tratamento oncológico por prótons voltado para crianças, deve começar a funcionar dois anos depois.
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