Resenha das revista Veja, Istoé, Época

Bingo !!!! A mãe das enfadonhas e repetitivas cantoras de AXE ganhou as rodas das fofocas em todo o Pais ! Daniela Mercury e sua esposa jornalista, Malu Vercosa, estão juntas e coladas. Também estão sorridentes na posada capa de Veja, que não poderia perder uma carona dessas para multiplicar suas vendas e foi fundo. Reportagem não aborda nada de novo. Nossa Daniela Mercury colocou a questão sexual no centro do debate da pior forma, chafurdando no lamaçal em que se tornou o debate sobre a presença de Feliciano na Presidência de uma Comissão de Direitos Humanos na Câmara dos Deputados. Fotos de casais homossexuais e a eterna, improdutiva e inconclusiva discussão acerca do amor entre seres do mesmo sexo. Nesse debate, quem tem pressa como cru. Lá está a Suprema Corte americana levando essa conversa com a barriga. A sociedade há que chegar lá, mas na sua marcha, e os apressados acabam ficando muito chatos. A questão é formalizar, pois, sob o aspecto prático, nunca se teve tanta liberdade sexual na Idade Moderna. E os gays são conservadores até o talo, pois enquanto a “homarada” foge do casamento eles o desejam ardentemente, na igreja (essa é será a encrenca) com vel, grinalda e o tradicional buque de flores. 
Na política, o quente fica por ocasião da volta de Erenice Guerra, ex ministra da Casa Civil petista, aos bastidores do lobby brasiliense. Veja afirma que Erenice, aparentemente defenestrada pela ministra Dilma, continua a agir em beneficio próprio costurando rechonchudos contratos entre empresas privadas e estatais. E, o pior, diz a semanal, nas barbas da rainha Dilma e por meio de um escritório de advocacia fantasma instalado no Lago Sul. Agravam ainda mais a denuncia o fato de que Erenice mantem os servicos de seu marido e filho nas empreitadas lobistas (os mesmos que a “auxiliavam” antes); e a recente viagem ao nordeste na qual a danada e discreta ex-ministra acompanhou a comitiva presidencial. Dilma terá trabalho para desmentir Veja. 
Na editoria internacional, o ditador da Coreia do Norte, Kim Joung-Un, permanece abraçado a sua bomba atômica e ao discurso ameaçador. O líder gordinho com cara de boneco de cera diz que ira jogar mer… no ventilador, como faziam seu pai e avo, mas parece ter sido alertado de que a sua máquina de destruição seria estacionária. Em outras palavras, caso aperte o gatilho e o seu povo – além do próprio ditador maluquinho – virará pó em fração de segundos. Coitado do físico nuclear que chefiou o ambicioso projeto…
Época, assim como a principal concorrente, leva o arco-íris à capa e faz de Daniela Mercury um novo ícone político da causa gay. Mas com exceção da curta entrevista com a cantora baiana, a reportagem pouco acrescenta ao já bastante debatido tema nesta era Marco Feliciano. Esse sim se deu bem. Está prá lá de prestigiado junto ao seu público e a notícia que tem é que seu partido, o PSC, em São Paulo, está “bombando” nas filiações. Arrisca os gays, com sua causa, transformarem esse Feliciano em “Felizardo”, arrebentando nas urnas com a maior votação que um deputado federal já teve na história. Quem viver verá. 
Felipe Patury diz que é Dilma quem bate o pé pela candidatura de Mercadante ao governo de SP, e que Lula apenas diz amém, embora os preferidos do ex-presidente sejam Mantega e Alexandre Padilha. A revista relata também que empresas como a Ferrabraz, de muito sugestivo nome, entre várias outras, contratam despachantes da Receita para simplesmente fazerem sumir dívidas milionárias dos arquivos do órgão. O MPF investiga. Outra matéria desvenda livro da escritora e psicóloga norte-americana Maria Konnikova, que usa o genial Sherlock Holmes para mostrar que a observação e o raciocínio lógico são os melhores caminhos para otimizar nossas relações pessoais e profissionais. Algo elementar, meu caro Watson, mas esquecido numa época em que predominam as informações fáceis da nova tecnologia, o Google como substituto da memória e o culto à aparência.
IstoÉ, sempre dada a conclusões apressadas, agora garante que o sistema de cotas nas universidades é sucesso no Brasil. Sobram argumentos subjetivos, mas faltam dados à matéria que respaldem afirmações como a suposta melhora na qualidade do ensino atribuída ao modelo. No mais, a revista requenta assuntos da semana como a violência contra as mulheres, com gancho nos casos recentes do Rio de Janeiro, e a impressão de moldes e próteses do corpo humano em máquinas 3D. Essa editoria das resenhas desculpa se pela falta da semana passada. Um dos operários da comunicação encontrava se no primeiro mundo, mas a internet por lá falha também. 
Abs e vamos a labuta!!!!
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