A SEMANA EM QUE A DIFERENÇA ENTRE MERCADO E MALUQUICE FOI INVISÍVEL

Abrimos a semana com o rescaldo fo fim do Brasil com o pibinho de 0,6 e a fechamos com a inflação perdendo fôlego, segundo os cronista de plantão, pela redução do consumo.

A safra de grãos e de cana de açúcar é recorde e o governo consolidou a desoneração da cesta básica – incrível, o Brasil vive!!! -, mas o reajuste das tarifas urbanas de transporte coletivo e a desoneração tributária do governo para o setor apresentarão seus efeitos no final de junho, quando também pode entrar no jogo certa que R$ 2,8 bi das restituições de IR.

Um dos fiscais do mundo, a Standard & Poor’s – aquelas agências de de avaliação e classificação de riscos que não viram a banda da tragédia passar nos EUA e na Europa – ameaçou (isso mesmo, só ameaçou) a rebaixar a nota do Brasil.

A dona Dilma perdeu um pouco da sua farta popularidade.

E assim vamos entrar pela semana aguardando qual será o assunto dos cronistas para os próximos dias (bolsas, grau de confiança do mercado, blá, blá, blá …).