CLAYTON CAMARGO MANTÉM RENÚNCIA E TJ ELEGE NOVO PRESIDENTE DIA 03.10.13

Em comunicado à Presidente do TJPR em exercício, Desembargadora Dulce Maria Cecconi, o Desembargador Clayton Camargo formalizou sua renúncia ao cargo de Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, a partir de hoje (24/9), por motivo de saúde.

Camargo foi submetido recentemente a procedimento cardíaco e ainda está em período de convalescência, circunstância que o impede de exercer regularmente suas atividades.

A iniciativa vem para garantir que se cumpra o Edital de inscrição nº 02/2013-OE e a Portaria nº 4223/2013-DM de Convocação do Tribunal Pleno para a Sessão do próximo dia 3 de outubro (quinta-feira) às 13h30, visando à eleição de desembargador ao cargo de Presidente desta Corte.

Nos corredores já começaram as apostas. Alguém arrisca?

TJ/PR TERÁ NOVA ELEIÇÃO PARA PRESIDENTE COM RENÚNCIA DE CLAYTON CAMARGO

Clayton Camargo passou por cirurgia cardíaca no último dia 12

O presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, Clayton Camargo, entrou com o pedido de aposentadoria e, com isso, renunciou a presidência da instituição.

O desembargador tem 67 anos e passou por uma cirurgia cardíaca no último dia 12, quando implantou 3 stens coronarianos.

Camargo renunciou ao cargo de presidente do Tribunal de Justiça durante sessão do Órgão Especial nesta segunda-feira (23). A saída do cargo de desembargador se dá três anos antes do limite para aposentadoria compulsória. Ele foi eleito para dirigir o Judiciário em novembro do ano passado e seu mandato iria até o fim de 2014.

Seu problema de saúde ocorreu no início do mês, quando sofreu um enfarte e foi submetido a uma angioplastia e colocação de stents. Na última sexta-feira reassumiu o cargo, mas com recomendações médicas para fazer uma jornada de trabalho menor.

A eleição para o novo presidente do órgão deve ocorrer nos próximos dias (Jornale).

No final da tarde o Corregedor Geral do CNJ, a pedido do Ministério Público junto ao órgão, deferiu liminar suspendendo a aposentadoria, já aprovada pelo Órgão Especial do TJ. Com isso, o mais provável é que Camargo permaneça afastado das suas funções em razão do seu estado de saúde e até que o CNJ conclua o procedimento.