Dilma diz que Gleisi é “minha mão direita e minha mão esquerda”.

A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffman

 

Segundo fontes ligadas ao Palácio do Planalto os marqueteiros da rainha Dilma insistiram que fosse em Maringá a solenidade para a entrega de maquinário a prefeituras, anúncio da liberação de recursos para construção de estradas e financiamento do Banco do Brasil para o agronegócio.

Gleisi insistiu que fosse em Campo Mourão argumentando que a Estrada Boiadeira era um pleito histórico do Paraná e que, em razão disso, a solenidade da visita de Dilma deveria ser em Campo Mourão, onde está a estrada.

Gleisi ganhou a queda de braço e Dilma foi hoje a Campo Mourão. Valeu a pena.

Gleisi Hoffman, apesar de não ter discursado, foi aplaudida e citada por vários presentes, incluindo a presidente Dilma, que chamou-a de “minha mão direita e minha mão esquerda”.

A prefeita de Campo Mourão, Regina Dubay (PR), chamou Gleisi de “amiga” e o ministro dos Transportes, Cesar Borges, também se referiu a Gleisi como “braço direito da presidente”.

A maior provocação, entretanto, foi do vice-presidente do Banco do Brasil Osmar Dias: “oito governadores eleitos prometeram a Estrada Boiadeira. Precisou que viesse aqui a presidente, acompanhada de Gleisi, pra que tivesse esse sonho realizado”, disse, logo antes da fala do atual governador. (Exame).